Benzido e entregue Pálio a D. José Cordeiro

Foi hoje, Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, benzido e entregue pelo Papa Francisco o Pálio a D. José Cordeiro, numa eucaristia celebrada em Roma, na Basílica de S. Pedro.

A entrega do pálio objetiva o juramento de lealdade que os Arcebispos fazem ao Papa e a seus sucessores. O pálio é usado por todos os Bispos Metropolitas, dizendo da autoridade que lhes cabe sobre todas as dioceses da Província Eclesiástica que coordenam.

A cerimónia da imposição do pálio a D. José Cordeiro decorre no dia 10 de Julho, às 15h30, na Sé Catedral, pelas mãos do Núncio Apostólico, D. Ivo Scapolo.

Pela primeira vez um Arcebispo recebe em Braga o pálio, na sequência das alterações introduzidas pelo Papa Francisco. Até há pouco, os novos Arcebispos deslocavam-se a Roma; o Papa impunha a todos o pálio neste dia. Agora o pastor recebe o pálio na Igreja que pastoreia.

A palavra pálio deriva do latim pallium, que significa manto de lã. Essa lã resulta da criação de dois cordeiros, pelos monges trapistas da Abadia de Tre Fontane, em Roma. São depois confecionados pelas freiras de clausura do convento romano de Santa Cecília, no Trastevere. Uma vez prontos, são armazenados na Basílica de São Pedro, em Roma, aos pés do altar de confissão (altar central), muito próximo ao túmulo do Apóstolo Pedro.

Na sua forma actual, o pálio tem a forma de “Y” e é decorado com seis cruzes negras de seda, que lembram as feridas de Cristo.

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